- Apoio urgente às Acadêmic@s Indígenas da UnB!!!


As/os estudantes indígenas da UnB estão se mobilizando para reivindicar e conquistar condições mais justas e sustentáveis para realizar seus estudos universitários, especialmente no tocante às suas bolsas.

Por Ações Afirmativas efetivas e por inteiro!

Nós do Nosso Coletivo Negro-DF já declaramos apoio total e solicitamos que tod@s também apoiem essa jornada!  Apoio comparecendo à FUNAI pra apoiar a ocupação, com subsídios  com diálogo, ver o que estão precisando, compartilhando conteúdos nas redes sociais, promovendo debates, etc.

Na carta abaixo, a associação se pronuncia, há também contatos:

 A FUNAI não cumpre acordo do convenio nº 001/2004 entre FUB/FUNAI e atrasa o pagamento das bolsas de estudantes indígenas da universidade de Brasília. Em consequência disso, todos os estudantes estamos com atrasos nos aluguéis, contas de água e luz, IPTU, bem como com dificuldades na compra de alimentos, deslocamento, medicamentos, higiene básica etc.  Ontem sete estudantes indígenas receberam ordem de despejo para desocupar ainda hoje suas moradias. Esse descompromisso da FUNAI acarreta na violação dos direitos humanos e indígenas e é contrário à implementação do Programa de Plano de Metas para a Integração Étnica e Racial da UnB, pois sem esse auxílio se torna impossível a permanência dos indígenas na Universidade de Brasília.
Por este motivo, os estudantes indígenas da Associação de Acadêmicos Indígenas do Distrito Federal ocupamos nesta tarde de quinta-feira a FUNAI e exigimos a presença da presidenta Márta Azevedo.  Só sairemos quando for apresentada uma solução para a situação dos estudantes indígenas da Universidade de Brasília.
Brasília, 23 de Maio de 2013

  Contato:
8249.7585 / 8170.6244 
Associação dos Acadêmicos Indígenas do Distrito Federal

     



Imagens: da AAIDF

 

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Unidas/os nas diferenças profundas, jamais indiferenças... Aldeia, Quilombo, Favela! Viva os diálogos marginais emancipatórios, pela descolonização...!


nós por nós, por amor! 

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Vídeo Clipe da Música No Yankee, Fase Terminal e Brô MC`s (primeiro grupo de rap indígena do Brasil).

"Somos segregadas/os coletivamente, o que pode ser mais lógico do que reagirmos em grupo?"

E quanto à acusação de que negras/os estão ficando racistas?

Essa queixa é um dos passatempos favoritos de liberais frustrado/as que sentem que estão perdendo terreno na sua atuação como guias. Esses autonomeados guias dos interesses de negras/os se vangloriam dos anos de experiência na luta pela defesa dos "direitos negras/os". Eles vêm fazendo coisas para negras/os, em favor de negras/os e por causa de negras/os, mas quando estas/es anunciam que chegou a hora de fazerem as coisas por si mesmas/os, todos/as os/as liberais gritam como se fosse o fim do mundo! Ei, vocês não podem fazer isso! Você está sendo racista. Está caindo na armadilha deles. Aparentemente está tudo bem com liberais, desde que continuemos na armadilha deles/as.

As pessoas bem informadas definem o racismo como a discriminação praticada por um grupo contra outro, com o objetivo de dominar ou manter a dominação. Em outraspalavras, não se pode ser racista a menos que se tenha o poder de dominar. Negras/os estão apenas reagindo a uma situação na qual verificam que são objetos do racismo de brancos/as. Estamos nessa situação por causa de nossa pele.

Somos segregadas/os coletivamente - o que pode ser mais lógico do que reagirmos em grupo?

Quando trabalhadores/as se reúnem sob os auspícios de um sindicato para lutar por melhores condições de vida, ninguém no mundo ocidental se surpreende. É o que todo mundo faz. Ninguém os/as acusa de terem tendências separatistas. Professores/as travam suas próprias lutas, lixeiros/as fazem o mesmo, e ninguém age como guia de outra/o. Mas, de algummodo, quando negras/os querem agir por si, o sistema liberal parece encontrar nisso uma anomalia. Na verdade, é uma contra-anomalia. A anomalia se encontra antes, quando os/as liberais são presunçosos/as o suficiente para achar que cabe a eles/as lutar pelas/os negras/os.



Este texto de escuríssima capacidade foi escrito pelo líder negro sul-africano Steve Biko. [BIKO, Bantu Steve. (Frank Talk). “Alma Negra em Pele Branca?”, In.: Eu escrevo o que eu quero (I write what I like), 1970.]

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Em ato público junto com a EDUCAFRO no aniversário do STF. Distribuindo balões "Denúncia do Racismo à Brasileira" na Rodô do Plano Piloto. Em reunião na reitoria UnB.

Na sala do EnegreSer na UnB.

Nós em atividade de formação em Escola Pública do DF.

- Recepcionando os calouros no vestibular pós-ADPF. tsc .

Todo mundo becad@!!!! Protocolando a ação de Amicus Curiae no Supremo Tribunal Federal.

Maio de 2010 - Distribuindo a 3ª edição do NOSSO JORNAL na rodoviária do Plano Piloto.

Encontro norte-nordeste da Rede Mocambos em Itacaré - BA; em 11/2010.

Sessão Solene na Câmara dos Deputados

Sessão Solene na Câmara dos Deputados
NOSSO COLETIVO NEGRO em sessão solene para comemorar a premiação nacional do documentário produzido pela Tv Câmara,"Raça Humana", no qual fomos colaboradoras/es participantes. Na Comissão de Direitos Humanos e Minorias na Câmara dos Deputados - Congresso Nacional/Brasil. Dezembro de 2010.

- Seminário do INESC em abril de 2011.

No Afro Latinidades (Festival da Mulher Afro Latino-Americana e Caribenha), novembro de 2011.

Em atividade de comemoração do Mês da Consciência Negra, novembro de 2011, no CEF 427 - Samambaia Norte/ DF.