- Show de Margareth Menezes marca 'Campanha Pelo Fim da Violência Contra as Mulheres'

25 de novembro de 2011 - ONU Brasil
Com diversas ações realizadas ao longo da 2ª Conferência de Desenvolvimento e do Festival Latinidades da Mulher Afrolatinoamericana e Caribenha, a Campanha do Secretário-Geral da ONU “Brasil: UNA-SE pelo fim da violência contra as mulheres” chegará ao ápice hoje, 25 de novembro – Dia Internacional pela Eliminação da Violência contra as Mulheres. Durante o show que encerra a programação dos eventos, previsto para iniciar às 21h, a cantora Margareth Menezes convocará o público para unir-se pelo fim da violência contra as mulheres e meninas.

A artista vai reforçar a importância da Lei Maria da Penha e do acesso aos serviços públicos, como o Ligue 180 que presta informações sobre a rede de atendimento disponível em todo o país.

“O envolvimento de artistas, atletas e personalidades conhecidas do grande público é fundamental para mobilizar mais pessoas e incentivar que a mensagem da não violência contra as mulheres e meninas se transforme em atitudes e práticas de prevenção, denúncia e eliminação da violência. É importante também para divulgar os serviços de atendimento às mulheres e criar uma rede de apoio à vítima, que pode se constituir em casa, na comunidade, no trabalho e nos diversos espaços onde a mulher transita”, explica a Representante da ONU Mulheres Brasil e Cone Sul, Rebecca Tavares.

Durante toda a programação cultural do Festival Latinidades e das atividades do estande “Brasil: UNA-SE pelo fim da violência contra as mulheres” serão exibidos vídeos com depoimentos de Caetano Veloso, Maria da Penha, Carlinhos de Jesus, Milton Gonçalves e atletas brasileiros, como Jadel Gregório (salto triplo) e Denise Campos (maratona), Luiz Ramos (boxe), Kátia Cilene (futebol feminino), Rafael Lima (boxe), Simone Lima (pentatlo) e Soraya Cabral (corrida de orientação) – estes gravados durante os 5º Jogos Mundiais Militares.

As mensagens fazem parte da Campanha global do Secretário-Geral da ONU “UNA-SE pelo fim da violência contra as mulheres” e da Campanha nacional “Mulheres e Direitos”. Além destes conteúdos, serão veiculados vídeos explicativos sobre a Lei Maria da Penha, gravados pela atriz Olívia Araújo para o projeto “Violência contra a Mulher – Quebre o Ciclo” financiado pelo Instituto Avon e realizado pela Entidade das Nações Unidas para a Igualdade de Gênero e o Empoderamento das Mulheres (ONU Mulheres).


"Somos segregadas/os coletivamente, o que pode ser mais lógico do que reagirmos em grupo?"

E quanto à acusação de que negras/os estão ficando racistas?

Essa queixa é um dos passatempos favoritos de liberais frustrado/as que sentem que estão perdendo terreno na sua atuação como guias. Esses autonomeados guias dos interesses de negras/os se vangloriam dos anos de experiência na luta pela defesa dos "direitos negras/os". Eles vêm fazendo coisas para negras/os, em favor de negras/os e por causa de negras/os, mas quando estas/es anunciam que chegou a hora de fazerem as coisas por si mesmas/os, todos/as os/as liberais gritam como se fosse o fim do mundo! Ei, vocês não podem fazer isso! Você está sendo racista. Está caindo na armadilha deles. Aparentemente está tudo bem com liberais, desde que continuemos na armadilha deles/as.

As pessoas bem informadas definem o racismo como a discriminação praticada por um grupo contra outro, com o objetivo de dominar ou manter a dominação. Em outraspalavras, não se pode ser racista a menos que se tenha o poder de dominar. Negras/os estão apenas reagindo a uma situação na qual verificam que são objetos do racismo de brancos/as. Estamos nessa situação por causa de nossa pele.

Somos segregadas/os coletivamente - o que pode ser mais lógico do que reagirmos em grupo?

Quando trabalhadores/as se reúnem sob os auspícios de um sindicato para lutar por melhores condições de vida, ninguém no mundo ocidental se surpreende. É o que todo mundo faz. Ninguém os/as acusa de terem tendências separatistas. Professores/as travam suas próprias lutas, lixeiros/as fazem o mesmo, e ninguém age como guia de outra/o. Mas, de algummodo, quando negras/os querem agir por si, o sistema liberal parece encontrar nisso uma anomalia. Na verdade, é uma contra-anomalia. A anomalia se encontra antes, quando os/as liberais são presunçosos/as o suficiente para achar que cabe a eles/as lutar pelas/os negras/os.



Este texto de escuríssima capacidade foi escrito pelo líder negro sul-africano Steve Biko. [BIKO, Bantu Steve. (Frank Talk). “Alma Negra em Pele Branca?”, In.: Eu escrevo o que eu quero (I write what I like), 1970.]

((()))º((()))º((()))º((()))º((()))º((()))º((()))º((()))º


Em ato público junto com a EDUCAFRO no aniversário do STF. Distribuindo balões "Denúncia do Racismo à Brasileira" na Rodô do Plano Piloto. Em reunião na reitoria UnB.

Na sala do EnegreSer na UnB.

Nós em atividade de formação em Escola Pública do DF.

- Recepcionando os calouros no vestibular pós-ADPF. tsc .

Todo mundo becad@!!!! Protocolando a ação de Amicus Curiae no Supremo Tribunal Federal.

Maio de 2010 - Distribuindo a 3ª edição do NOSSO JORNAL na rodoviária do Plano Piloto.

Encontro norte-nordeste da Rede Mocambos em Itacaré - BA; em 11/2010.

Sessão Solene na Câmara dos Deputados

Sessão Solene na Câmara dos Deputados
NOSSO COLETIVO NEGRO em sessão solene para comemorar a premiação nacional do documentário produzido pela Tv Câmara,"Raça Humana", no qual fomos colaboradoras/es participantes. Na Comissão de Direitos Humanos e Minorias na Câmara dos Deputados - Congresso Nacional/Brasil. Dezembro de 2010.

- Seminário do INESC em abril de 2011.

No Afro Latinidades (Festival da Mulher Afro Latino-Americana e Caribenha), novembro de 2011.

Em atividade de comemoração do Mês da Consciência Negra, novembro de 2011, no CEF 427 - Samambaia Norte/ DF.